O que fazer “Quando a memória nos atraiçoa”?

Novembro 26, 2007 por ninhasilva

 Há cada vez mais jovens a usar estimulantes cognitivos com o objectivo de aumentar a capacidade de memorização e concentração. Embora a entidade controladora destes fármacos não autorize a utilização em pessoas normais, há quem consuma sem ter nenhum tipo de patologia.   

Este foi um dos assuntos abordados na conferência intitulada “Quando a memória nos atraiçoa”, apresentada no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra. Cláudia Pereira, investigadora do Centro de Neurociências, explicou como o cérebro efectua o processo de memorização, não deixando de lado o erro que muitas pessoas cometem ao tentar estimular a memória. 

 É que fármacos como o Modafinil e a Ritalina são indicados para tratar problemas de sono ou a hiperactividade e falta de atenção. No entanto, são cada vez mais “usados por estudantes que querem aumentar a capacidade de concentração”, afirma Cláudia Pereira.

   A maioria dos cientistas teme possíveis efeitos colaterais como o “entupimento” do cérebro. Isto é, tendo em conta que estas drogas servem para melhorar a memória podem fazer com que o cérebro fique sobrecarregado com demasiada informação. Para além de outros riscos que surgem na utilização destes fármacos, como o vício. 

 Para evitar o consumo dos “Smart Drugs” os especialistas recomendam uma actividade intelectual contínua e exercícios mnemónicos, bem como uma actividade física regular, uma alimentação saudável e dormir bem.  

 Para além do frequente fitness cerebral um estudo realizado em França mostrou que a ingestão de mais de três chávenas diárias de café previne e retarda o declínio da memória. Do mesmo modo, estudos mostram que o consumo moderado de álcool pode ser benéfico para a memória.

Café potencia a memória

Novembro 26, 2007 por lilianafigueira

Um estudo realizado em França mostrou que ingerir mais de três chávenas de café, por dia, retarda o declínio da memória. Este foi um dos exemplos apresentados na conferência intitulada “Quando a Memória nos Atraiçoa”.

No âmbito da Semana da Cultura Científica no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (UC), Cláudia Pereira, do Centro de Neurociências, falou aos presentes acerca da memória, e revelou alguns aspectos desconhecidos para muitos.

Nem só a cafeína é boa para a memória. De acordo com a cientista, o consumo moderado de álcool pode ser, também ele, benéfico para o nosso processo de memorização.

Por outro lado, existem ainda as chamadas “smart drugs”, isto é, estimulantes cognitivos que têm sido usados no tratamento da demência e de outras doenças.

Amnésia versus memória

Relativamente à questão da amnésia, fazer uma alimentação saudável, praticar actividade física regular ou aprender novas habilidades, são algumas das formas de a combater, explicou Cláudia Pereira.

Actualmente, já há estudos com vista ao desenvolvimento de fármacos capazes de retardar a falta de memória.

Tendo em conta que o processo de memorização é moldado por sistemas neuro-hormonais, a inserção de um gene num rato, demonstrou que o animal se tornou mais inteligente.

Ora, entendida como a perda parcial ou total da capacidade de reter e relembrar informações, a amnésia tem várias causas, entre as quais: as depressões, a tiróide, e as doenças de Alzheimer e de Parkinson.

A doença de Alzheimer

Com efeito, falar da perda de memória passa, na maioria das vezes, pelo problema do Alzheimer. Ao fim de algum tempo, os doentes que dele padecem acabam por perder grande parte das capacidades cognitivas.

A incapacidade para resolver assuntos do dia-a-dia, a desorientação geográfica e temporal, são apenas alguns exemplos do que sucede aos que sofrem de Alzheimer.

Desde o passado dia 20 que o Museu da Ciência tem levado a cabo uma série de actividades, inseridas na Semana da Cultura Científica.

Hoje, 23, é a vez de Francisco Corte-Real, do Instituto Nacional de Medicina Legal, falar de “A Criação em Portugal de uma Base de Dados de Perfis de ADN”.

As conferências têm lugar no Laboratório Chimico, no espaço da UC, e a entrada é gratuita.

Vai um cafézinho para ajudar a memória?

Novembro 26, 2007 por inessubtil

memory.gifA ideia pode parecer estranha à primeira vista, mas para quem esteve no Museu da Ciência em Coimbra, na quinta-feira passada, ficou a saber esta e outras dicas para manter as lembranças mais frescas.

“Quando a memória nos atraiçoa” foi o tema da conferência dada por Claúdia Pereira, investigadora do Centro de Neurociências e Biologia Celular, inserido no ciclo dedicado à Cultura Científica que a Universidade de Coimbra promove até dia vinte e quatro de Novembro.

Durante uma hora, a cientista reforçou a ideia de que as doenças ligadas à perda de memória são um assunto cada vez com mais pertinência.

Em Portugal cerca de 70 mil pessoas sofrem de demência ou, nos casos mais graves, de Alzheimer. O primeiro caso desta patologia foi diagnosticado há cem anos e atinge em todo o mundo 18 milhões de doentes.

Segundo Cláudia Pereira nem tudo é negativo. Coisas tão simples como beber café ou um copo de vinho podem ajudar a manter a memória. A investigadora apresentou um estudo onde o consumo de três ou mais chávenas de café por dia aumentou a capacidade de memorização em mulheres com mais de 65 anos. Também o consumo moderado de álcool, uma actividade intelectual contínua, exercícios mnemónicos (o famoso jogo Sudoku) e uma alimentação e estilo de vida saudáveis poderão ajudar a manter o cérebro jovem por mais tempo.

Para uma plateia com cerca de quarenta pessoas, a cientista esclareceu que “não existe uma só zona de armazenamento da memória”, daí as dificuldades na investigação das causas e tratamento das doenças dessa área.

Apesar de não se conhecerem ainda as causas do surgimento da Alzheimer e outras doenças associadas à perda da memória, pensa-se que a idade, o baixo nível de literacia, os acidentes vasculares cerebrais ou possuir genes de risco podem ajudar a desencadear estas patologias.

Claúdia Pereira alertou também para os perigos do uso indevido de alguns fármacos no mercado. As denominadas “smart drugs” são estimulantes cognitivos usados no tratamento da demência e outras doenças, que têm visto, nos últimos anos, a sua comercialização aumentar de forma anormal. Anormal, porque segundo a cientista “são usadas por pessoas que não têm qualquer tipo de patologia”.

Memória Estudada

Novembro 25, 2007 por RaquelMoreira

Persistência da Memória - Salvador Dal�

A Semana da Ciência e Tecnologia trouxe nova vida ao renovado Laboratório Chimico, agora Museu da Ciência. A Universidade aproveitou, desta forma, para não deixar no esquecimento parte da sua história.

Com poucas pessoas a assistir, e ainda menos as da área da física, foi como Cláudia Pereira, investigadora da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), iniciou a palestra sobre “Quando a memória nos atraiçoa”. Cláudia Pereira apresentou vários estudos, entre os quais um que afirma que o consumo de álcool pode ajudar a memória. Não se alertem já os espíritos, porque tudo necessita de moderação e também os benefícios trazidos pelo álcool dependem das leves quantidades ingeridas!

E para quem achava que o café ajuda só quem não quer dormir…desengane-se. Um estudo feito em França demonstra que beber, pelo menos, três chávenas de café por dia, especialmente entre mulheres de 65 anos, melhora a capacidade mnemónica.

Longe dos estudos estão as certezas…56% das doenças relacionadas com a memória e a demência devem-se à Alzheimer. Esta doença foi descoberta há 100 anos por Alois Alzheimer e é mais comum nos idosos. A investigadora da FMUC lembrou que a Alzheimer é uma doença neurodegenerativa e que não tem ainda cura, apesar dos medicamentos existentes para atenuar os sintomas.

Cláudia Pereira aproveitou, também, para referir o uso destes fármacos por estudantes, por exemplo, na altura dos exames. A investigadora chamou-lhes de “viagra” para o cérebro, mas alertou para o facto destes não serem aconselhados a quem não sofre de nenhuma patologia. Assim como as chamadas “smart drugs” que não colhem o consenso dos especialistas: não estão aprovadas e levantam inúmeras questões éticas, uma vez que não se conhecem os possíveis efeitos secundários.

Assim, antes de recorrer a drogas, o melhor mesmo é adoptar um estilo de vida saudável e seguir os conselhos da investigadora: boas noites de sono, exercício físico regular e actividade intelectual contínua.

Café e álcool para reavivar a memória

Novembro 23, 2007 por susanafaria

 Café para uma boa memória

  A cafeína e o álcool, em doses moderadas, podem ser bons amigos para a memória, como revelou Cláudia Pereira, durante a conferência “Quando a memória nos atraiçoa”, integrada na iniciativa “Cultura científica no Museu da Ciência”, no Laboratório Chimico, em Coimbra.    

“A cafeína, moderadamente, pode ser um bom auxiliar contra a perda de memória”, disse Cláudia Pereira, do Centro de Neurociências e Biologia celular. Segundo um estudo, realizado em França, a ingestão de três chávenas de café, diariamente, melhora o desempenho de mulheres, principalmente com mais de 65 anos, em testes de memória. 

 Também o consumo reduzido de álcool pode ser benéfico para a memória, como comprovam estudos epidemiológicos realizados em ratos.     

 Sudoku em vez de fármacos 

Cláudia Pereira considera que vivemos na era da “cosmética neurológica”, pois somos constantemente “bombardeados com curas para a memória”. Os estudantes cada vez mais recorrem a estimulantes cognitivos, que “não deveriam ser usados por pessoas sem patologias”.      

Em alternativa aos fármacos, Cláudia Pereira dá “dicas para melhorar a memória”. Os exercícios mnemónicos, como o sudoku ou as palavras cruzadas, a leitura, a actividade física regular, uma alimentação saudável e dormir bem são algumas das formas de melhorar a capacidade de memorização sem recorrer a fármacos.

Álcool e café previnem perda de memória

Novembro 23, 2007 por Catarina Ferreira

Um estudo francês comprovou que beber três chávenas de café por dia melhora o desempenho em testes de memória, principalmente em pessoas com mais de 65 anos. O álcool, quando consumido em doses reduzidas, pode ser, igualmente, benéfico para a memória. Estas conclusões foram, ontem, apresentadas por Cláudia Pereira, investigadora do Centro de Neurociências da Universidade de Coimbra (UC), na conferência “Quando a memória nos atraiçoa”, integrada num conjunto de iniciativas de “Cultura Científica no Museu da Ciência” em Coimbra.           

Segundo a investigadora, a idade, a depressão, a ansiedade e a doença de Alzheimer são algumas das causas que podem provocar amnésia. Os doentes com Alzheimer, ao perderem a memória, perdem também a independência e a orientação temporal e geográfica, tornando-se incapazes de “resolver problemas do dia-a-dia”. Cláudia Pereira adiantou que os “genes de risco, a história familiar de demência e o baixo nível de iliteracia” são factores de risco da Alzheimer. Esta é uma doença neurodegenerativa que afecta cerca de 70 mil pessoas em Portugal e 18 milhões em todo o mundo.

Cláudia Pereira referiu que há processos que ajudam o cérebro na sua tarefa de memorização, mas que não se aplicam aos doentes com Alzheimer. O “fitness cerebral” é um deles e consiste na “actividade intelectual contínua” através de “exercícios mnemónicos” e da “aprendizagem de novas habilidades”. A investigadora da UC salientou, ainda, a importância da actividade física, de uma alimentação saudável e de uma boa noite de sono.

No entanto, há quem recorra a medicamentos, tais como o Mega Memory 3000, o Brain Speed Memory, ou o Madofinil. Este último fármaco consegue manter uma pessoa acordada durante 40 horas e é procurado, sobretudo, por estudantes que querem rentabilizar o seu estudo e manter os níveis de concentração elevados em épocas de exames. Neste sentido, Cláudia Pereira afirmou que “se calhar, com um estilo de vida mais saudável, conseguimos as mesmas ‘curas milagrosas’ que estes produtos podem fazer ”.

Café e álcool para a memória

Novembro 22, 2007 por catarinapinto

“O consumo moderado de álcool e de cafeína pode vir a constituir uma boa estratégia terapêutica para o combate de doenças associadas à memória”, revelou Cláudia Pereira, cientista do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra (UC). Na conferência intitulada Quando a memória nos atraiçoa, realizada ontem, 21, no Museu da Ciência, Cláudia Pereira referiu que a cafeína pode vir a ser um “princípio activo de fármacos para o tratamento de doenças neurodegenerativas”.

De acordo com um estudo realizado em França, citado pela cientista, a ingestão de três chávenas de café, por dia, melhora o desempenho da memória das mulheres com mais de 65 anos que realizaram os testes. A investigadora da UC referiu ainda que alguns investigadores entendem que o consumo de cafeína não é muito diferente do uso de determinados medicamentos que já existem.

No que diz respeito aos fármacos usados para melhorar a memória em doenças como Alzheimer, Cláudia Pereira disse que “não se sabe até que ponto os seus componentes não fazem o mesmo que uma vida saudável”. Por isso, recomenda o fitness cerebral através da actividade intelectual continua, de exercícios mnemónicos, de actividade física regular, de uma alimentação saudável, entre outros.

A investigadora da UC acrescentou ainda que a venda destes fármacos tem ultrapassado em larga escala os casos médicos verificados, já que “são utilizados por muitos estudantes que querem aumentar a sua capacidade de concentração”.

Durante a conferência, a doença de Alzheimer mereceu maior destaque. De acordo com Cláudia Pereira existem 70 000 pessoas que sofrem da doença em Portugal. A cientista afirmou que “se não se encontrar uma cura, o número vai aumentar drasticamente nas próximas décadas”.

A idade, os genes de risco, uma história familiar de demência, traumatismo craniano prévio, a síndrome de Down e a menopausa constituem os principais factores de risco desta doença.

Um brinde pela memória

Novembro 22, 2007 por aliciadimas

Afinal o álcool e a cafeína, em doses moderadas, podem trazer benefícios para a memória, garantiu a investigadora Cláudia Pereira na conferência que deu ontem, dia 21, no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (UC).

Intitulada “Quando a memória nos atraiçoa” a conferência serviu para Cláudia Pereira, do Centro de Neurociências da UC, apresentar os resultados de um estudo que prova que beber duas ou três chávenas de café por dia pode melhorar a memória e que o consumo moderado de álcool estimula as células cerebrais.

Numa altura em que se prevê que o número de doentes de Alzheimer possa aumentar quase 50% num futuro próximo, os neurocientistas estão cada vez mais preocupados com as doenças relacionadas com a perda de memória. Os especialistas elaboraram uma lista de conselhos, à qual deram o nome de Fitness Cerebral, cujo o objectivo é conservar a memória “em boa forma”: manter uma actividade física e intelectual contínuas, praticar exercícios mnemónicos, aprender novas habilidades, cultivar a atenção, ter uma alimentação saudável e dormir bem.

Álcool, revitalizador da Memória?

Novembro 22, 2007 por ana13tavares

 “Um copo de vinho de vez em quando pode ser benéfico para a memória”, alertou Cláudia Pereira, investigadora do Centro de Neurociências, durante uma conferência no Museu da Ciência de Coimbra, intitulada Quando a memória nos atraiçoa.  

“Quando não consumido em demasia, o álcool apresenta resultados favoráveis no que toca à memória”, confirma a investigadora citando estudos feitos em ratos de laboratório, que comprovam que estes aumentaram a memória depois de lhes ter sido dado vinho em quantidades moderadas. Contudo é importante reforçar a ideia que só um consumo moderado de álcool é que poderá revitalizar a memória, pois, quando consumido em demasia, origina o efeito contrário, ou seja, perdas de memória. 

Este estudo tem-se revelado importante para a investigação de Alzheimer, uma doença neurodegenerativa que só em Portugal afecta cerca de 70 mil pessoas e que num futuro próximo poderá atinjir 50% da população portuguesa.

Cafeína e Álcool: dois “cosméticos cerebrais”

Novembro 22, 2007 por catarinafrias

 imagescafe2.jpg

 “Estudos epidemiológicos mostram que o consumo reduzido a moderado de álcool pode ser benéfico para a memória”, refere Cláudia Pereira do Centro de Neurociências, numa conferência no Laboratório Chimico. O estudo vem contrariar posições anteriormente fundamentadas acerca do efeito do álcool para o comportamento cerebral humano.
Cláudia Pereira, docente da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, acrescenta ainda que estudos realizados em França mostram que a ingestão diária de mais de três chávenas de café melhoram o desempenho, em testes de memória, das mulheres com mais de 65 anos.
As revelações foram feitas a propósito da conferência “Quando a memória nos atraiçoa”, integrada nas Conversas com Cientistas a propósito da Semana da Cultura Científica no Museu da Ciência, que decorre de 20 a 24 deste mês.
“O efeito da cafeína é muito semelhante a alguns fármacos usados no tratamento da amnésia, uma vez que retarda e previne o declínio da memória”, explica a investigadora. Desta forma, os fármacos, a que chama “viagra cerebral”,  podem ser substituídos por substâncias naturais ou por actividades diárias que estimulam a mente. Aqui entra o “fitness cerebral”, que consiste na actividade intelectual continua, em exercícios mnemónicos, na aprendizagem de novas habilidades, no cultivo da atenção, na actividade física regular, na alimentação saudável e num bom sono.
Jogos de memória
“Estimular a actividade cerebral é fundamental para evitar a amnésia”, diz Cláudia Pereira. A doença conhecida pela perda parcial ou total da memória tem como principais causas o avançar da idade, a depressão, o stress, a ansiedade, a falta de vitamina B1, a doenças da tiróide, tumores cerebrais e encefaleias, a doença de Alzheimer e a doença de Parkinson.
O Alzheimer é uma doença secular, genética que afecta 18 milhões de pessoas em todo o mundo e tem como factores de risco pessoas com baixo nível de literacia, com genes de risco, com história familiar de demência ou pessoas com síndrome de Down. Daí a importância de exercitar o cérebro.
A este propósito, a investigadora falou na ajuda que a PS 3 pode desenvolver ao nível da preparação de simulações de enrolamentos de proteínas que ajudam nos estudos sobre Alzheimer, Parkinson, entre outras doenças, um projecto a cargo da Universidade de Stanford.
Além dos métodos de prevenção e combate a doenças neuro degenerativas, Cláudia Pereira falou do Síndrome de Savant, que “ao contrário das restantes doenças se caracteriza pela existência de grande talento ou habilidade, contrastando fortemente com limitações mentais”.